Guaçu Tur - Turismo - Fretamento
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Tá ai a forma definitiva para as pessoas se protegerem
do H1N1 nos ônibus


Imunidade total à gripe do porco!
Um guarda está operando o radar em uma moita num ponto da rodovia quando passa um ônibus zigzagueando entre as faixas. Ele imediatamente avisa o posto policial:

- Cambio! Cambio! Central, Tem um ônibus zigzagueando na pista indo praí...

Os patrulheiros do posto param o ônibus, e ao entrar interrogam os passageiros e o motorista sobre o estado de saúde dele. Depois de muita conversa, fazem o teste do bafômetro e não dá outra - pudim de cachaça. O guarda, revoltado, diz:

- O senhor está preso, seu louco! Onde estava com a cabeça de beber e sair dirigindo esse ônibus desse jeito, colocando em risco a saúde dessas pessoas, seu irresponsável?

- Ah doutor, hic, eu estava fazendo a minha parte...

- Como é que é, seu imbecíl? Pergunta o guarda furioso...

- Pois é doutor - respondeu o motorista - hoje eu acordei tossindo e com febre. Nem iria vir trabalhar, mas achei esse panfleto que mandava eu fazer isso dai...

O policial, perplexo cata o papel da mão do motorista e lê: "para matar o virus da gripe do porco passe álcool nas superficies contaminadas..."
"Em ônibus sem freio na banguela não existe ateu, e em coletivo em chamas não existe feminista"
07/08/2009 - Transporte público de São Paulo está para se tornar uma "corrida de ratos"

"Se enfileirarmos todos os automóveis e utilitários leves registrados no município de São Paulo teremos uma fila de 18.091,87 quilômetros, se o fizermos com todos os ônibus e micro-ônibus registrados no Brasil a fila teria apenas 7.321,85 quilômetros. Tal análise coloca abaixo qualquer tentativa de defesa da retirada de ônibus das ruas a fim de tentar diminuir congestionamentos. A fila dos carros de uma única cidade seria 2,5 vezes maior do que a fila formada por todos ônibus de um país."

Segundo entrevista concedida à TV Cultura por Alexandre de Moraes, secretário de transportes do município de São Paulo, capital, o pedágio urbano não será possível na gestão do prefeito Kassab (DEM), pois o próprio secretário admite que o transporte coletivo da cidade não pode acomodar tal possibilidade. Segundo as palavras dele: "Nós estaríamos fazendo algo que seria, tranquilamente, colocado como injustiça social".
Mas verificando algumas reportagens publicadas em jornais importantes, como a Folha de São Paulo (10/02/2009), que mostra claramente que a idéia original do prefeito Kassab e de seu padrinho político, o governador José Serra, era justamente implementar o pedágio urbano. E somente teriam "desistido" da idéia por força da oposição e da opinião pública que em sua esmagadora maioria anda de carro e principalmente, vota!
Somente a capital paulistana, segundo o DENATRAN*, possui 4.348.247 automóveis, 319.571 caminhonetes e 252.464 caminhonetas, que para fins de cálculo reduzimos para 4.920.282 Ford Ka, cujo comprimento unitário é de 3,677 metros. Se enfileirados, esses carros e se fossem apenas Ford Ka, formariam uma fila de aproximadamente 18.091,87 km. Mas logicamente sabemos que os Ford Ka estão entre os menores modelos desta amostra, o que leva essa quilometragem a números bem mais altos do que esses 18 mil e poucos quilômetros de fila.
Por outro lado, segundo o próprio DENATRAN, a frota de ônibus do Brasil tem hoje 409.692 unidades, o que numa média de 13,2 metros de comprimento por veículo totalizaria uma fila de 5407,94 km. O detalhe é que nessa frota constam todos os ônibus de um país, sendo que a grande maioria deles jamais colocará seus pneus dentro do município de São Paulo. Também é oportuno lembrar que nessa conta também aparecem todos os veículos do transporte convencional da capital e de todas as cidades do país, bem como de empresas de transporte rodoviário de passageiros; ou seja veiculos que na verdade não praticam a modalidade de fretamento.
Nem mesmo adicionando os 239.239 micro-ônibus registrados no país (que numa média de 8 metros por veículo dariam uma fila de 1913,91 km), o tamanho da fila de ônibus chegaria ao tamanho da fila formada pelos automóveis. Oras, somando os ônibus aos micro-ônibus teriamos 7.321, 85 km em todo o Brasil contra 18.091,87 km dos carros registrados no município de São Paulo. Isto coloca abaixo qualquer argumento que diga algo a favor de tirar ônibus das ruas para diminuir congestionamentos.
Oras, que interesse o sistema de transporte imposto pela prefeitura teria em dar melhorias para aumentar o conforto, como colocar mais veículos e diminuir os ganhos, se a concorrência foi extremamente restringida?

Silvio Alexandre Porto
silvio@euqueroumonibus.com.br

*Dados do DENATRAN referênte à frota no mês de maio de 2009.

fonte: Folha de São Paulo (10/02/2009)
DENATRAN
G1/TV Cultura

04/08/2009 - Palavras do secretário de transportes da cidade de São Paulo...

Nas palavras de Alexandre Moraes, secretário de transportes da cidade de São Paulo: "Eu deixaria meu carro em casa se tivéssemos bons corredores, metrô, linhas rápidas. E esse é o desafio. Quando há esse oferecimento as pessoas vão. Hoje seria uma hipocrisia minha dizer que não ando de carro oficial" (Fonte: Terra - Trânsito).


Segundo sondagem feita pelo Jornal Folha de São Paulo com usuários de fretado e publicada ontem, dia 3, um terço dos entrevistados aderiu ao uso do automóvel e agora engrossam as fileiras do trânsito paulistano, junto com o próprio secretário. A diferença talvez seja que esses pagam o próprio carro, e combustível motivo pelo qual aparentemente os outros dois terços ainda não aderiram. Mas com transporte público em condições degradantes, carros zero em 80 vezes de 300 reais, o resultado é previsível...


Transporte público de qualidade


Recentemente Alexandre Moraes disse que o fretado não pode ser comparado com um "táxi grande", mas por que não poderia? Conservadorismo! Os táxis existem desde o tempo em que eram operados com a utilização carroças e os ônibus descendem de carroções e posteriormente bondes. Os fretados, contrariando o que o secretário disse, aliariam o melhor dos dois mundos, pois transportam passageiros sentados, com conforto e segurança e ainda não tem o custo proibitivo de utilizar um taxi a todo momento no maior estilo "filme nova-iorquino".
Lógico que tanto o transporte coletivo urbano quanto o sistema de táxis tem a sua importância, o primeiro para quem não tem uma rotina, que é pré-requisito para quem usa fretado, e o segundo para quem precisa de um transporte eventualmente e está com bastante pressa, mas não devemos pautar nossa socidade exclusivamente neles.
Tenta-se atribuir ao fretado a fama de veiculo "particular", mas ele é um serviço público de transporte de passageiros, ou seja, o dono do ônibus não vai ficar andando sozinho no centro da cidade, vai prestar serviços para outras pessoas.
Aliás, a maior parte dos ônibus que rodam no país, independênte do serviço, são particulares, ou seja, pertencem a uma empresa e essa tem um dono. Isso, ao contrário do que pregam alguns extremistas, é um fato positivo, pois quem nunca se interessou por comprar algumabarganha, que estava meio caidinha, e o vendedor tentou anima-lo falando: "isso dai é muito bom, só falta dono"?


Passageiros em pé no transporte urbano

Segundo entrevista feita pelo portal G1 com o professor Osmar Vicente Rodrigues, da UNESP, doutor em desing de veículos pelo London Royal College Of Art, este afirma que de acordo com os padrões internacionais de ergonomia cada passageiro em pé deve ter no mínimo 0,8 metro quadrado (800 cm quadrados) dentro de um ônibus para minimizar os riscos à saúde durante o transporte. Ainda, segundo a mesma reportagem, para construção de ônibus urbanos, é levado em conta que como medida de segurança que cada passageiro deve ter no mínimo 0,17 metros quadrados (170 cm quadrados), limite mínimo que nem sempre é respeitado.
03/08/2009 - A DINÂMICA SOBRE O FRETAMENTO ”EVENTUAL”, DEFINIDO PELA SPTRANS

Nota do editor: É indiscutível a importância econômica e social do transporte "especial". A maioria das empresas de transporte, pequenas de fato, sobrevivem essencialmente dele e o mais alarmante é que sem ele será difícil as pessoas conseguirem ir aos seus cultos, passeios de escola, etc. Se ainda tem dúvidas te pergunto: Você autorizaria seu filho a ir em um passeio de escola aonde cada criança entraria com seu vale transporte num ônibus urbano do transporte regular de passageiros, mesmo sobre a supervisão dos professores?

Ao tomar conhecimento das novas “REGRAS” impostas ao serviço de fretamento eventual, dentro da ZONA DE RESTRIÇÃO DE 70 km² , criada pela Prefeitura de São Paulo, por um ATO ADMINISTRATIVO COMPLETAMENTE ILEGAL, por conceito, uma vez que tal medida nem LEI ainda o é, mas DEIXEMOS DE LADO AS APRECIAÇÕES LEGAIS, que serão argüidas em ocasião oportuna.

Segundo informações obtidas junto à CENTRAL da SPTRANS, para que possamos transportar um grupo de escolares, turistas, religiosos e afins, na ZONA DE RESTRIÇÃO, foi criada uma “REGULAMENTAÇÃO” que torna SIMPLESMENTE INVIÁVEL A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO, senão vejamos:

É necessário protocolar um PROCESSO ADMINISTRATIVO FORMAL, com exigências descabidas pra quem não se inclui no regime de serviço de FRETAMENTO CONTÍNUO.

Preencher contrato, fornecido pela SPTRANS, onde conste o serviço a ser realizado, quem está tomando o serviço, a ROTA DISCRIMINADA COMPLETA DE IDA E VOLTA, COM OS RESPECTIVO CEPs, HORÁRIO PREVISTO, ENTRE OUTRAS COISAS, UMAS SIMPLES E OUTRAS PRATICAMENTE IMPOSSIVEIS, DEVIDO À DINÂMICA DO SERVIÇO EVENTUAL.

O que mais nos causa espécie é que serão instaladas CAMERAS DE VIGILANCIA, que EMITIRÃO MULTAS INDISCRIMINADAMENTE, o que, num prazo de 10 dias, seremos obrigados a nos dirigir ao DSV, com o PROCESSO ACIMA CITADO, DESDE QUE DEFERIDO, prá que se CANCELEM AS MULTAS, agindo por PRESUMINDO POR PRÉ-CONCEITO, QUE O ONIBUS ESTÁ IRREGULAR...

Ou seja, a empresa tem que se dirigir UMA VEZ, à SPTRANS pra protocolar o pedido de autorização. Aguardar a publicação de “COMUNIQUE-SE” no DIARIO OFICIAL DO MUNICIPIO, pra saber se foi AUTORIZADO. Outra vez, em sendo, retirar autorização. Mais uma vez, se dirigindo ao DSV, pra protocolar CANCELAMENTO DE MULTAS...

Isso é SÉRIO??? ACREDITAM REALMENTE QUE ALGUÉM VÁ CONSEGUIR TRABALHAR??? PRA EMBUTIR ISSO NOS CUSTOS É IMPOSSÍVEL...

A crise financeira que afetou todo o mundo, também deixou sua devastação nesse setor, que está trabalhando em DUMPING, com preços que não expressam nem as necessidades mínimas pra manutenção e sobrevivência das empresas.

A criação de mais essa BUROCRACIA, que é na realidade uma forma de não usar a expressão ‘VOCÊS NÃO PODEM MAIS RODAR”, inviabiliza a prestação desse serviço pra TODA E QUALQUER EMPRESA, pois não se pode acreditar que uma “REGULAMENTAÇÃO” dessas tenha sido criada para atender os PRESTADORES OU A POPULAÇÃO DE FORMA GERAL... TEM ALGO ESTRANHO POR TRÁS DISSO...

É, na verdade, MAIS UMA IMPOSIÇÃO DITATORIAL contra TRABALHADORES, que geram MILHARES DE EMPREGOS, DIRETOS E INDIRETOS.

Mas é PUBLICO E NOTÓRIO que o Sr. Alexandre Moraes, é um EXTERMINADOR DE TRABALHADORES.

Demitiu + de 1.500 trabalhadores da FEBEM, em 2005, em uma canetada.

É MAIS UM DA TROPA DE CHOQUE DO KASSAB, que não está nem um pouco preocupado com as reais condições do TRABALHADOR. Se ESTIVESSE , não estariam deixando AO LÉU o já CAÓTICO TRANSPORTE PÚBLICO DE SÃO PAULO, AO INVÉS DE EMPURRAR PRO ABATEDOURO + UMA FATIA DE USUÁRIOS DE TRANSPORTE...

É POR TOTAL INCREDULIDADE E ASSOMBRO EM TAIS MEDIDAS, QUE RECORRO A ESPALHAR TAIS FATOS, INCLUSIVE AOS NOBRES VEREADORES DE SÃO PAULO, PARA QUE SE LEVANTEM CONTRA MAIS ESSA “TRATORADA” DE GOVERNANTES DESCOMPROMISSADOS COM A CLASSE TRABALHADORA.

André Luis
lapha45@yahoo.com.br
02/08/2009 - Minhas palavras sobre as atitudes da prefeitura

Do editor: "O prefeito espera tirar 1300 ônibus das ruas, se forem 50.000 passageiros "sem ônibus" serão 12.500 "Ford Ka" a mais nas ruas da capital totalizando 75.000 metros quadrados de área ocupada contra 44.616 ocupada atualmente pelos ônibus. Esses automóveis enfileirados formariam uma fileira de 46km, enquanto os ônibus, colocados da mesma forma, teriam uma formação de apenas 17km de comprimento."

Na última semana a Prefeitura de São Paulo colocou em vigor, através de uma portaria medidas extremamente restritivas à transporte por ônibus fretados.

As pessoas "contentes" com tal medida, que são muito poucas pelo que se vê por ai nos fóruns afora ou mesmo na rua, geralmente trafegam com seus veículos particulares (na maioria das vezes com apenas uma pessoa no carro) e defendem junto com o prefeito que se coloque todo restante da população em verdadeiras latas de sardinha; mas de forma alguma esse pessoal é a maioria, muito pelo contrário, e espero o começo das aulas para sentar no chão e dar risada, pois teremos 6,8 milhões de pessoas que não conseguirão chegar a lugar algum.

Desses que defendem, geralmente ouço aberrações do tipo "o ônibus rodoviário é muito grande para andar na rua". O ônibus rodoviário médio tem 13,2m enquanto vários urbanos Scania (como alguns que tem na Santa Brigida) são de 15 metros, fora articulados que são na faixa dos 18 metros e bi-articulados de mais de 25 metros!

No mais, é incomparável o espaço gasto por carros em relação aos ônibus, mas faremos a comparação pois não sou de falar e não provar! Digamos que num mundo perfeito é feito o transporte solidário e todo mundo tem carros compactos (padronizemos Ford Ka para efeitos de cálculo). Um ônibus de 14 metros, comprido que geralmente não é utilizado para fretamento, ocupa 36 metros quadrados de rua enquanto um Ford Ha ocupa 6 metros quadrados. Mas um ônibus desses leva até 50 pessoas confortavelmente (te dou a vantagem de baixar para 46 pra cálculo) enquanto o Ford ka está homologado para 4 passageiros.

Se dividirmos a área ocupada pelo ônibus pela do Ford Ka teremos 36/6 = 6, logo temos 4 * 6 = 24 passageiros transportados em Kas que ocupam 36 metros quadrados.

Mas à partir dai existem outros problemas relacionados às formas geométricas e à própria dinâmica do trânsito, ou seja, os carros estarão espaçados na rua, divididos em faixas que tem cerca de 3 metros de largura (que foram feitas justamente para caber ônibus e caminhões de 2,6m de largura).

No mais, entre outras aberrações, ouví uma dona defender o fim dos fretados devido a eventualmente ter um ônibus estacionado na frente da casa dela. Pois bem, agora imagine os 6 Kas na rua, sendo que na vaga aonde cabia confortavelmente o ônibus cabem 3,8 Kas (menos de quatro)? Isso porque para transportar as 46 pessoas seriam necessários 11,5 Ford Ka que ocupam 69 metros quadrados, ou seja, quase duas vezes mais espaço - caso um Ka fosse “soldado” no outro e não tivesse leis de trânsito falando sobre permanecer na faixa de rodagem, não estacionar em fila dupla e muito menos “manter a distância”, atitudes no meu ver saudáveis para o transito seguro.

No mais, isto que está sendo feito é um retrocesso. Na verdade o modelo de fretamento de ônibus é uma modalidade de transporte coletivo que deveria ser copiada pelo mundo afora, afinal, só roda quando precisa e roda lotado.

Outro ponto, no meu ponto de vista imperdoável, é com relação a saúde pública. Criando mais aglomerações do que de costume e ainda expondo pessoas que rodavam em grupos fechados a uma infinidade de combinações com o H1N1 a solta é no mínimo uma falta de humanidade.

Para terminar, pois já me alonguei demais, tenho a mesma curiosidade da procuradora do ministério público. Faço votos que ela faça um trabalho exemplar, pois, para um economista não levar em conta coisas tão elementares, é no mínimo digno de investigação. Afinal, haverá considerável diminuição do poder de barganha do consumidor de transporte pela diminuição da concorrência, que é muito saudável.

obs: Quanto a achar que essas pessoas vão migrar para o transporte público urbano, da forma que tem sido feito, não me faça rir.

Um grande abraço a todos que chegaram ao fim desse modesto raciocínio.

Silvio Alexandre Porto
silvio@euqueroumonibus.com.br

Dicionário

  • "Bexiga" - câmaras de ar da suspensão a ar, também chamados de "bolsões"
  • "Busscar sapão" - apelido dos Elbuss da Busscar devido ao design da sua frente.
  • "Cabritinha" - Apelido do Monobloco O-362 da Mercedes-Benz
  • "Carneirinho" - apelido dado pelos "muambeiros" aos ônibus que faziam viagens bate e volta para o Paraguai. Em geral eram CMAs ou Dinossauros brancos.
  • "Chifrudos" - Denominação para os ônibus equipados com retrovisores modernos, em formato de chifres.
  • "Double Decker" - ônibus de dois andares.
  • "Latão" - ônibus.
  • "Low Driver" - Ônibus que tem o posto do motorista rebaixado a fim de posicionar as primeiras poltronas do veiculo em um assoalho construído logo acima da cabine do motorista, criando uma visão panorâmica para esses passageiros.
  • "Maçarico" - denominação comum para ônibus com motor aspirado, sem turbina.
  • "Maçarico" - Motor aspirado, não turbinado
  • "Melância" - Referência aos ônibus MB O-370 e O-371 monoblocos. O apelido surgiu devido ao formato de sua carroceria.
  • "Mulão" - Apelido do Monobloco O-355 da Mercedes-Benz
  • "Pinga-pinga" - ônibus que faz diversas paradas, inclusive fora de rodoviárias e não programadas, ao longo do seu itinerário.
  • "Queixo duro" - ônibus sem direção hidráulica.
  • "Vista" - itinerário.
  • Ar condicionado de bagageiro -
  • Ar condicionado de teto -
  • Bagageiros - local destinado a guardar malas e volumes médios e grandes pertencentes aos viajantes em ônibus rodoviários.
  • Bancada - Conjunto de poltronas, bancos de um ônibus.
  • Banco da puta -> banco da guia.
  • Banco do tonto -> poltrona que fica na última fileira, no meio do corredor. Sem banco à sua frente para se segurar, o tonto corre o risco de voar em caso de freada brusca.
  • Barriga de vidro -> ônibus de dois andares (double decker).
  • Bonecos -> passageiros.
  • Cabeceira - Espécie de fronha geralmente feita de lycra. Essa é utilizada para evitar o contato entre as cabeças dos passageiros e o tecido das poltronas o que assegura a higiene já que as cabeceiras podem ser facilmente retiradas para lavagem. Além disto a empresa pode ter jogos estras de cabeceiras para substituição enquanto as outras são lavadas.
  • Cabeça de fogo - ônibus com motor dianteiro.
  • Cabrito - Veiculo adulterado ou clonado.
  • Cabrito - ônibus remarcado ou reconstruido utilizando peças de dois ou mais veiculos.
  • Calefação - aquecedor
  • Chassis -> É uma estrutura de suporte onde a mecânica e a carroceria são montadas. Esse tipo de construção se contrapõe ao monocoque e ainda hoje é muito comum principalmente em ônibus com motor dianteiro.
  • Clandestino - segundo Michaelis: "clan.des.ti.no adj (lat clandestinu) 1 Dir Que não apresenta as condições de publicidade prescritas na lei. 2 Feito às escondidas. sm Passageiro que viaja escondido".
  • Clone - Veiculo adulterado com as caracteristicas e documentos de um outro veiculo devidamente legalizado.
  • Eixos em tandem -
  • Encarroçado - Veículo montado em duas fases por duas empresas diferentes. Primeiramente é construido um chassis ou plataforma, de acordo com as especificações do cliente, e depois este enviado para o outro fabricante independente do primeiro para que seja construída a carroceria.
  • Escotilhas de ventilação -
  • Itinerário - Visor mecânico ou eletronico aonde são apresentadas informações sobre a origem e o destino do ônibus. Em alguns lugares este equipamento também é conhecido como "vista".
  • Joaninhas - Referência aos ônibus com retrovisores modernos com carcaça de plástico.
  • Maneco -> Manete do freio de mão.
  • Monobloco (quando usado como termo técnico é sinônimo de monocoque) - No contexto de ônibus, a expressão monobloco caracteriza veículos que tiveram tanto a carroceria quanto o chassis produzidos pelo mesmo fabricante, ou seja, montados em uma unica fase.
  • Monocoque - É uma técnica de construção onde a própria estrutura da carroceria suporta toda, ou a maior parte do peso, ao contrário da construção utilizando chassis. O precursor dessa técnica no Brasil foi o Ciferal Dinossauro.
  • Mão amiga - A "mão amiga" é a designação popular para a conexão do circuito de ar dos freios e suspensão a reboque ou semi-reboque (pode ser encontrado nos veiculos combinados como Romeu & Julieta). Certa atenção extra deve ser dada a esse equipamento devido a marginais desconectarem essas mangueiras em paradas (como postos de combustíveis e restaurantes) a fim do veículo rodar apenas mais alguns quilômetros antes de ficar imobilizado em um local ermo, assim que acabar o ar do sistema, facilitando a sua abordagem pelos criminosos.
  • Nielson sete quedas -> Modelo de carroceria de ônibus fabricado pela Nielson na década de 70 e início da de 80 que tinha como caracteristica ter 4 "quedas" (desniveis) na parte da frente do teto e mais 3 na parte de trás.
  • Peso bruto total -
  • Peso por eixo -
  • Porta pacotes - prateleira instalada sobre as poltronas do salão de passageiros a fim de guardar as bagagens de mão dos passageiros.
  • Portas/tampas de bagageiro pantográficas -
  • Reencarroçado - Veículo que rodou por grande parte de sua vida útil com uma carroceria e em determinado momento teve esta trocada por outra mais nova. Entre os principais motivos para esta troca estão o desgaste da carroceria antiga, defasagem tecnológica e destruição da carroceria original em um acidente de trânsito.
  • Romeu & Julieta - Veículo para transporte de passageiros que combina um ônibus convencional adicionado de um reboque também encarroçado como ônibus. Esta é uma solução antiga que tentava ajustar o tamanho do ônibus à demandas variáveis em certas linhas.
  • Salão de passageiros -
  • Toco -> ônibus dotado de apenas dois eixos.
  • Trucado -> ônibus dotado de três ou mais eixos.
  • Vidros Colados -
  • Vidros fixos -
  • Ônibus (em Portugal auto-carro) - Do latin omnibus (tradução: "para todos") é um veículo cuja principal função é o transporte de grande quantidade de passageiros por via terrestre com rodagem sobre pneus.